Greenfive e Lecom trazem cases com benefícios reais de automação de processos

Greenfive Soluções em Tecnologia LTDA • 28 de abril de 2021

O evento online “CSCInsights – Como a Automação Inteligente de Processos Contribui para Geração deValor”, uma realização Lecom e Greenfive, aconteceu nesta quarta-feira (28/04) e contou com 148 participantes.


O talk pontuou benefícios práticos e trouxe relatos dos impactos positivos em duas grandes empresas de Shopping Centers, especialmente no cenário de pandemia.


A primeira apresentação foi do CEO da Greenfive, Roberto Lima, que apresentou conceitos e pontuou os benefícios da utilização das ferramentas, com destaque para o BPMS.


“As ferramentas deBPMS estão no centro da operação de CSC – Centro de Serviços Compartilhados, atuando como um grande maestro nessa orquestra de automação. Elas fazem com que os processos sejam otimizados de forma contínua, trabalhando de forma totalmente integrada”, explicou Roberto.


O CEO da Greenfive também apresentou os benefícios alcançados por alguns clientes, como por exemplo: o marco de 120 processos automatizados em um prazo de sete meses, e o aumento de produtividade em 35%, com investimento de três meses de trabalho.


 “No lado do capital humano, você empodera as pessoas, ao tirar a carga de tarefas consideradas chatas e burocráticas, que não agregam valor ao negócio mas precisam ser executadas, liberando tempo para que realizem atividades alinhadas à busca pelo sucesso da empresa”, complementou.


Na condução do talk, o VP de Vendas da Lecom, Tiago Amor, também passou sua visão a respeito das consequências para os funcionários da empresa a partir da adoção de automação inteligente:


“Acredito que o principal desafio é engajar as pessoas. Mas, agente percebe, sim, como um desafio para aquele funcionário, mas também umaoportunidade de aprendizado”, disse.


O Diretor deTecnologia da Aliansce Sonae Shopping Centers, Fabio Moraes, relatou a experiência da empresa, que iniciou em 2015 com os primeiros projetos de CSC, objetivando ganhar escala, reduzir custos e garantir um melhor atendimento na ponta. Agora, são aproximadamente 200 fluxos implementados dentro de CSC. Moraes ressaltou que isso foi fundamental para adaptação à pandemia.


Esse impacto também foi percebido por Fernando Wanderley, Gerente de Tecnologia da Informação da Ancar Ivanhoe Shopping Centers.


“Quando a pandemia chegou, no ano passado, nós não tínhamos mais nenhum processo envolvendo a manipulação física de papel. Nossa implementação de CSC iniciou em 2019. Hoje, são 178 processos em produção e 215 melhorias realizadas”, compartilhou.


O Presidente da ABRASCE (Associação Brasileira de Shopping Centers), Glauco Humai, também participou do talk, ressaltando a preocupação da Associação em levar boaspráticas de tecnologia e automação aos associados, inclusive por questões decompetitividade, desenvolvimento contínuo e segurança de dados.


Por Greenfive Soluções em Tecnologia LTDA • 26 de outubro de 2026
Introdução Durante muito tempo, a Inteligência Artificial nas empresas foi usada principalmente para responder perguntas, gerar textos e apoiar análises. Esse cenário está mudando rapidamente. Os agentes de IA começam a participar diretamente dos processos, consultando sistemas, tomando decisões intermediárias e executando ações para chegar a um resultado. Principais pontos abordados neste artigo Neste conteúdo, você vai entender: a diferença entre uma IA que responde e um agente que executa; como agentes de IA podem trabalhar em conjunto com outras tecnologias de automação; por que mais autonomia exige mais governança e controle; quais processos fazem mais sentido para o uso de agentes; por que o futuro da automação tende a combinar diferentes tecnologias; como avaliar quanto de autonomia uma operação está preparada para receber. Da resposta para a execução Um chatbot tradicional recebe uma pergunta e entrega uma resposta. Um agente de IA pode ir além: receber um objetivo, consultar diferentes fontes, utilizar ferramentas e executar um processo de ponta a ponta ou algumas de suas etapas. Na prática, isso aproxima a IA da operação. Mas essa evolução não significa substituir tecnologias que já fazem parte da transformação dos processos. O cenário tende a ser complementar: RPA executa tarefas estruturadas; BPMS organiza e governa fluxos; iOCR extrai dados de documentos; IA interpreta contexto; agentes de IA coordenam decisões e ações. Mais autonomia exige mais controle Existe uma diferença importante entre uma IA que sugere uma ação e uma IA autorizada a executá-la. Quando agentes começam a acessar sistemas, consultar dados e realizar ações dentro da operação, algumas perguntas precisam ser respondidas: O que esse agente pode acessar? Quais ações pode executar sozinho? Onde a aprovação humana continua necessária? Como suas decisões serão registradas? O que acontece quando surge uma exceção? Quanto maior a autonomia, maior precisa ser a clareza sobre limites, responsabilidades e mecanismos de controle. Governança deixa de ser uma etapa complementar e passa a fazer parte da própria arquitetura da solução. Mais autonomia exige mais controle Nem todo processo precisa de um agente Agentes de IA fazem mais sentido em processos que combinam volume, múltiplos sistemas, interpretação de informações e decisões intermediárias. Por outro lado, podem aumentar a complexidade quando o processo ainda é mal definido, muda com frequência ou trabalha com dados pouco confiáveis. Por isso, a discussão não deveria começar por: “Onde podemos colocar agentes de IA?” Mas por: “Quais processos estão preparados para receber mais autonomia sem perder controle?” Essa mudança de pergunta é essencial. O futuro da automação tende a ser híbrido A evolução da IA não elimina o que já existe. Na prática, uma operação pode combinar diferentes tecnologias dentro do mesmo processo, cada uma fazendo aquilo em que é mais eficiente. Isso exige uma visão mais ampla da automação: menos foco na ferramenta isolada e mais atenção à arquitetura, ao processo e ao resultado esperado. Na Greenfive , essa é justamente a lógica: entender o gargalo primeiro, avaliar o contexto da operação e só então definir a tecnologia mais adequada. Quanto de autonomia sua operação está preparada para receber? Essa talvez seja uma das perguntas mais importantes para empresas que estão avançando em IA e automação. Porque o ganho não está apenas em fazer mais. Está em fazer mais com controle, segurança e impacto real no negócio . A Greenfive pode ajudar a mapear processos, identificar oportunidades e definir onde automação e agentes de IA podem gerar valor para a operação. Fale com nosso time. FAQ Agentes de IA substituem RPA? Não necessariamente. As duas tecnologias podem atuar juntas em diferentes etapas do processo. Todo processo pode usar agentes? Não. Processos instáveis, sem dados confiáveis ou sem regras claras de governança podem ganhar mais complexidade do que eficiência. Por onde começar? Mapeando processos com alto esforço manual, múltiplos sistemas e decisões intermediárias.
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Por que a segunda tentativa de automação sob medida costuma dar certo: os 2 erros mais comuns na primeira e como o diagnóstico evita repeti-los.